A cada 11 segundos no Brasil, um bebê ou uma mãe morre no parto

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A ONU divulgou nesta quinta-feira (19), novas estatísticas apontando que uma mãe ou um bebê morre ao longo o invenção a cada onze segundos no mundo. Os dados apontam uma queda em correlação a dados anteriores, mesmo dessa maneira é uma coisa tenso.

Tedros Adhanom Ghebreyesus, cabeça da OMS – Disposição Mundial da Saúde, disse que a situação é pouco alarmente nos países no qual há melhores serviços na especialidade de saúde e que são acessíveis a um maior algarismo de indivíduos. Adhanom explicou similarmente que os novos dados revelam que a situação vem melhorando no mundo todo, porém também há bastante o que ser realizado.

O algarismo de bebês que morrem no invenção caiu bastante se comparado com o início deste século. De acordo com a ONU, a maior parte das mortes ocorrem no primeiro mês de vida. No ano passado, cerca de 7 mil recém-nascidos perderam a vida todos os dias.

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Em correlação ao algarismo de mulheres que morrem devido a problemas relacionada à gestação ou invenção, o algarismo similarmente caiu. No ano 2000, foram registrados 451 mil óbitos e, em 2017, foram 295 mil.

A cada ano cerca de 2,8 milhões de gestantes e recém-nascidos morrem ao longo o trabalho de invenção e o mais triste é que a maior parte destes óbitos seria capaz ser evitada.

“O surgimento é um lanço bem-humorado em todo o mundo, porém a cada 11 segundos um surgimento se torna uma fatalidade privado “, disse Henrietta Fore, cabeça do Unicef.

Especialistas apontam que é necessário agredir em profissionais da saúde, água aberta, nutrologia para as mães e bebês, além de proporcionar vacinas e os remédios básicos, para que o algarismo de mortes continue caindo.

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